O guia

Papai Gamer é um blog diferente. Nele, os papais digitais que acabaram de receber com susto e alegria a notícia de poderem participar do maior jogo de suas vidas é trabalhado com uma ácida mistura de humor tangencial e seriedade de conteúdo. E como um bom jogo,  busca equilibrar os sentimentos, sensações e experiências de quem joga, com o desafiante engajamento com o jogo Paternidade.

Paternidade pode ser jogado no modo solo, com quem recebeu apenas um mini-gamer na partida, ou no modo skirmish, com quem, como eu e minha Player2, recebemos a dose dupla de gemelares com um ano de atraso entre a primeira e o segundo. Acreditem, tiramos de letra, e convencidos de que jogos eletrônicos guardam estreita relação com a felicidade de fazer surgir uma bonita família, resolvemos partilhar com o público nossos avanços. Os primeiros, podem ser conferidos na publicação inaugural, que a Editora Virtual Copitando Tititindo traz com alvoroço. Outros, virão em pacotes de expansão ou DLCs, se o tempo (e os nossos mini-gamers) permitirem.

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